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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Lição do Tempo

Para quem passa por um momento difícil, ou se sente inferior



"Quando um pássaro está vivo ele come formigas.

Quando o pássaro morre,as formigas o comem.
Tempo e circunstâncias podem mudar em qualquer minuto.
Não machuque ou desvalorize algo em sua vida.
Você pode ter poder hoje;mas lembre-se:O tempo é mais poderoso do que você!
Uma árvore faz um milhão de fósforos.
Mas é necessário apenas um fósforo para queimar milhões de árvores."


terça-feira, 25 de setembro de 2012

Panis Et Circenses

A história política de Roma se estende de 752 a.C. até 476 d.C. e está dividida em três períodos: Monarquia, República e Império. 

A coragem, a honra e a força eram virtudes admiradas pelos romanos; os espetáculos que destacavam esses atributos eram valorizados e muito populares.

Durante o Império Romano, as lutas de gladiadores, corridas e encenações, serviram para desviar a atenção da população que habitava os domínios romanos. Várias são as interpretações – além desta – para explicar o fascínio dos romanos por esses espetáculos sangrentos:
A oportunidade de poder estar "cara-a-cara" com o imperador, o castigo dos criminosos, - que servia de exemplo, a ostentação do poderio romano - através da exibição de animais e escravos trazidos de lugares distantes.


Todavia, dentre todas essas interpretações, a mais aceita é a chamada "política do pão e circo" ou (panis et circenses). Por essa política, o Estado buscava promover os espetáculos como um meio de manter os plebeus afastados da política e das questões sociais. Era, em suma, uma maneira de manipular a plebe e mantê-la distante das decisões governamentais.
Os Césares encarregavam-se ao mesmo tempo de alimentar o povo e de distraí-lo. 


Havia distribuição mensal de pães no Pórtico de Minucius, que assegurava o pão cotidiano. Os Cesares não deixavam a plebe romana bocejar nem de fome nem de aborrecimento. Os espetáculos foram a grande diversão para a desocupação dos seus súditos, e por conseqüência o seguro instrumento do seu absolutismo. Isso era um obstáculo a Revolução em uma Urbe onde as massas incluíam 150.000 homens desocupados que o auxílio da assistência pública dispensava de procurar trabalho. 


Para os espetáculos eram reservados aproximadamente 182 dias no ano. (Para um dia útil - um ou dois dias de feriado). Os espetáculos que foram se desenvolvendo, cada uma dessas férias romanas, tinha sua origem na religião. Os romanos nunca deixavam de cumprir as solenidades, porém não mais as compreendiam e os jogos foram deixando de ter um caráter sagrado e passando a saciar somente os prazeres de quem os assistia.
O público ia ao circo como a uma cerimônia, usando a toga dos grandes dias, respeitavam a etiqueta ao levantarem-se para aplaudir as estátuas das divindades que eram carregadas antes das corridas ou lutas. Seguiam um ritual de comportamento e sabiam que se não o seguissem seriam punidos. 


E nos dias atuais??? Será que existe alguma semelhança?? 

Lendo textos a respeito a primeira coisa que me vem a cabeça é a Copa e as Olimpíadas. Compensa gastar milhões em estádios enquanto há várias prioridades que são esquecidas???
Candidatos prometem festas em troca de votos... Governantes constroem obras inúteis, mas visíveis aos olhos... "Circos", quando muitos precisam de algo muito mais essencial, como educação de qualidade ou simplesmente água encanada em casa todos os dias...

É hora de pensar criticamente... E escolhermos bem nossos candidatos... Ou ao contrário, continuaremos a ser apenas a humilhada plebe de Roma...



Crédito: Blog Autoconhecimento

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Os verdadeiros valores

Li este texto de autor desconhecido e resolvi compartilhar aqui no blog, pois pra mim foi importante, confortou um pouco.


OS QUE FICAM!!

Um famoso palestrante começou um seminário numa sala com 200 pessoas,
segurando uma nota de R$ 100,00.
Ele perguntou:
"Quem de vocês quer esta nota de R$100,00?".
Todos ergueram a mão...
Então ele disse:
"Darei esta nota a um de vocês esta noite, mas primeiro deixem-me fazer isto..."
Aí, ele amassou totalmente a nota.
E perguntou outra vez:
"Quem ainda quer esta nota?"
As mãos continuavam erguidas...
E continuou:
"E se eu fizer isto... Deixou a nota cair no chão, começou a pisá-la, esfregá-la.
Depois, pegou a nota, agora já imunda e
amassada e perguntou:
E agora?
Quem ainda quer esta nota de R$100,00??
Todas as mãos voltaram a se erguer.
O palestrante voltou-se para a platéia e disse que tinha ensinado uma lição.
Não importa o que eu faça com o dinheiro, vocês continuam a querer esta nota porque ela não perde o valor.
Essa situação também acontece com a gente...
Muitas vezes em nossas vidas, somos amassados, pisoteados e ficamos nos sentindo sem importância.
Mas, não importa... jamais perderemos nosso valor.
Sujos ou limpos, amassados ou inteiros, magros ou gordos, altos ou baixos, nada disso importa!
Nada disso altera a importância que temos!
O preço de nossas vidas, não é pelo o que aparentemos ser, mas pelo que fizemos e sabemos!!!
Agora reflita bem e procure responder a estas perguntas:
1-Nomeie as 5 pessoas mais ricas do mundo.
2-Nomeie as 5 últimas vencedoras do concurso Miss Universo.
3-Nomeie 10 vencedores do prêmio Oscar, como melhores atores ou atrizes.
Como vai? Mal né? Difícil de lembrar???
Não se preocupe.
Ninguém de nós se lembra dos melhores de ontem.
Os aplausos vão-se embora!
Os troféus ficam cheios de pó!
Os vencedores são esquecidos!
Agora responda a estas perguntas:
1-Nomeie 3 professores que lhe ajudaram na sua verdadeira formação.
2-Nomeie 3 amigos que já lhe ajudaram nos momentos difíceis.
3-Pense em algumas pessoas que lhe fizeram sentir-se alguém especial.
4-Nomeie 5 pessoas com quem transcorres o seu tempo.
Como vai? Melhor não é verdade?
As pessoas que marcam a nossa vida não são as que tem as melhores credenciais, com mais dinheiro, ou os melhores prêmios...
São aquelas que se preocupam com você, que cuidam de você, aquelas que de algum modo estão com você.
Reflita um momento.
A vida é muito curta!
Você em que lista está?
Não sabe?...

Na vida o que ficam são apenas os verdadeiros valores, e nada mais.


Pense nisso !!!!!!

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Entenda o Quociente Eleitoral

A figura abaixo explica como funciona o quociente eleitoral, ou seja, qual é o peso da legenda na eleição dos candidatos.


sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Shrek: A história por trás do anime


Shrek foi inspirado em Maurice Tillet, nasceu na França em 1903. Ele era um homem muito inteligente, que falava 14 idiomas, além de ser um exímio poeta e ator. Quando chegou à juventude, Maurice começou a desenvolver uma doença rara, chamada acromegalia. Esta doença causa um crescimento exacerbado e incontrolável de partes do corpo. Em pouco tempo, todo o seu corpo se desfigurou de uma maneira muito peculiar.


Na verdade, esta “transformação” afetou profundamente os aspectos psicológicos da personalidade de Tillet, que sofreu os horrores de começar a se transformar de uma maneira grotesca, apesar de por dentro continuar sendo um cavalheiro super inteligente. Sua forma gerava tanto preconceito que Tillet começou a ser expulso dos lugares que freqüentava e onde antes era bem recebido. Não podendo lutar contra a doença, Maurice começou a adaptar-se a ela, adquirindo um rol de comportamentos mais adequados a sua grotesca aparência.


Tillet tirou proveito de seu trabalho pregresso como ator. Ele emigrou para os EUA e tornou-se um profissional da Luta livre onde adotou o nome (e comportamento teatral) do “Assustador ogro do ringue”, cuja persona (chamada “o anjo francês do ringue”) adquiriu fama imediata com as platéias.
No ano de 1954, Tillet morreu do coração, aos 51 anos. Um de seus poucos amigos, Bobby Managain, um antigo campeão da luta livre, estava no leito de morte com seu amigo no dia em que ele se foi. Antes que Tillet morresse, Bobby pediu a Tillet se poderia fazer um lifecast ( uma máscara mortuária, uma prática comum até o século XIX e que com o tempo saiu de moda, mantendo-se hoje apenas no campo dos efeitos especiais), Tillet concordou e assim, quando ele morreu, Bobby fez três cópias da cabeça de Tillet em gesso. Uma delas acabou indo parar no Museu Barbell de York.


Uma das máscaras restantes ficou no escritório de Patrick Kelly (seu amigo) e a última foi doada por ele para o Museu Internacional da Luta Livre, em Iowa. Posteriormente, uma das máscaras foi duplicada e foi parar no Museu Internacional da Ciência Cirúrgica em Chicago. Uma outra réplica da máscara mortuária de Maurice Tillet foi parar no Hall of Fame do York Barbell Building. A réplica de Tillet serviu para mostrar os primórdios das formas da luta livre moderna e do halterofilismo. Foi esta réplica que serviu de modelo para a construção de Shrek. O corpo de Shrek, bem como sua cabeça, foi criado tomando como referência as formas de Tillet.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

As Universidades Federais e as Cotas Raciais

Desde 2004 é discutida no Congresso Nacional a Lei da Reforma Universitária, que prevê a reserva de 50% das vagas nas Universidades Federais para afrodescendentes, indígenas e candidatos provenientes do ensino público.

Apesar do sistema de cotas nas Universidades Federais ainda não ter sido aprovado, algumas Universidades fazendo uso de seu direito à autonomia, tem reservado uma menor porcentagem de vagas para cotas.

Em reunião do Conselho Universitário, cada instituição decide ou não adotar um sistema próprio de cotas, e define suas regras para tal sistema.
Algumas Universidades reservam cotas considerando a questão racial, outras reservam vagas também para os candidatos carentes.

Além da grande polêmica do assunto, que envolve questões éticas, morais, sociais e econômicas, algumas Universidades tiveram problemas ao criar as normas para sua política de cotas. Sobretudo quando cabe a Instituição “julgar” a que raça o candidato pertence.

A própria opinião pública está dividida entre aqueles que são contra e aqueles que são a favor da Política de Cotas. Processos, liminares e mandatos de segurança são praticados por ambos os lados em uma briga que ultrapassa as portas dos tribunais e são expostas pela mídia.

As vagas em Universidades Públicas são as mais concorridas, não só pelo fato de serem gratuitas, mas pelo renome dessas Instituições. Em vestibulares concorridos, tem maior chance os candidatos que tiveram oportunidade de estudar em escolas de maior qualidade, que entram em caros cursinhos pré – vestibulares e que tem maior tempo para estudar. O perfil socioeconômico desses candidatos que normalmente tem maiores chances de passar no vestibular é bem diferente, portanto, dos candidatos que se beneficiam do sistema de cotas.

A livre concorrência no vestibular é a bandeira levantada por aqueles que são contra o sistema de cotas. As condições normalmente precárias das escolas públicas e o abismo entre classes sociais no Brasil são alguns dos argumentos daqueles que são a favor das cotas. Seria uma questão de justiça para esses.
Em nível ideológico, a discussão se aprofunda, sobretudo quando é discutida a questão dos candidatos afrodescendentes. Alguns defendem ser a política de cotas uma continuidade à exclusão social histórica da raça por tratá-los de forma diferenciada, uma espécie de preconceito às avessas. Outros consideram se tratar de uma justa política de inclusão a aqueles que foram e ainda são historicamente excluídos.

No Final do século passado uma equipe de pesquisadores da Universidade de Berkely, Califórnia, analisaram e compararam as informações do DNA nas mitocôndrias de milhares de pessoas de todas as regiões do mundo e de todas as cores. E o que acharam? Em 1987 publicaram na revista científica “Nature” sua descoberta fantástica: Todos os seres humanos do planeta são de uma única raça.
Desenvolvemos cores de pele e de olhos diferentes dependendo do clima onde nossos ancestrais passaram mais tempo, aprendemos línguas e costumes diferentes dependendo com que grupo e em que região vivemos, porém, dentro de nós corre o mesmo sangue vermelho, e rimos das mesmas gracinhas e choramos das mesmas tristezas.
Não há raças humanas. Somos, todos nós, uma raça só: A Raça Humana.

Portanto, o grande problema é o preconceito. Acho que todos as pessoas tem que ser tratadas com igualdade, seja branco, negro, rico pobre... Para a partir daí começarem a tomar providencias sobre o assunto. Enquanto houver preconceito ficará difícil chegar em um consenso sobre o assunto.


segunda-feira, 13 de agosto de 2012

O impasse do troco de 1 centavo

Um assunto que sempre gera polêmica é sobre o troco de 1 centavo. Por que a grande maioria dos estabelecimentos comerciais quase nunca devolve 1 centavo??

O código de defesa do consumidor não se manifesta sobre o assunto e como não há legislacao a respeito, o problema continua.

Os estabelecimentos comerciais usam e abusam dos precos com valores terminados em 9 (0,99, 1,99, 2,49 e por aí).
As pessoas perguntam: Por que nao colocam logo R$2,00 ao invés de R$1,99?? 
Ora, o que acontece é uma manjada técnica de vendas onde muitas pessoas quando lêem 1,99, entendem algo em torno de 1. Ou seja, se o preço fosse 2,00 muitas pessoas achariam bem mais caro que 1,99, isso já foi comprovado em várias pesquisas.

Muitas pessoas na hora das compras acham que sempre são lesadas em 1 centavo, mas isso não é verdade.
Por exemplo, quando alguém vai ao supermercado, raramente compra um único produto de 1,99. Suponhamos que vá fazer compras para um simples jantar. Aí compra um molho de tomate de 1,49, um pacote de macarrão de 1,89, um queijo parmesão de 0,99 e um chocolate de sobremesa de 1,29. Logo, sua conta dará R$5,66 e, muito provavelmente, o operador de caixa lhe cobrará R$5,65, ou seja, obteve um desconto de 1 centavo.

Ou seja, a probabilidade de alguém ficar com 1 centavo a menos ou ganhar 1 centavo de desconto é praticamente a mesma.

O que pouca gente sabe também é que devido ao seu baixo valor comercial e seu relativo alto custo de fabricação, as moedas de 1 centavo pararam de ser fabricadas em 2004. Ou seja, elas estão sendo extintas, qualquer hora irão sumir completamente.

Vale lembrar também o baixo valor perante a grande implicância de alguns. Se guardarmos 1 centavo por dia durante 10 anos, ao final teremos em mãos pouco mais de 35 reais. Apesar de alguns dizerem que "não se chega ao milhão ignorando o tostão", acho muito pouco dinheiro para algumas pessoas chegarem a brigar e ofender os trabalhadores dos comércios.

Mas, como certo é certo e as moedas de um centavo estão acabando, deveria haver um consenso e uma padronização dos valores de vendas das mercadorias com uma legislação que obrigasse que esses valores terminassem em 0 ou 5, aí sim, o problema estaria resolvido.

Enquanto isso não ocorre, deve prevalecer o bom senso de todos, vendedores e clientes.